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Tratamentos disponiveis
Compreender a Dor e a Inflamação — O Guia da Sua Médica
Os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) reduzem a dor, a febre e a inflamação e são utilizados em situações tão diversas como dor menstrual, dor musculoesquelética, gota e cefaleias.
Estão disponíveis em comprimidos, granulados, géis e injetáveis. A escolha deve considerar a eficácia, o perfil gástrico, renal e cardiovascular.
Guia de Tratamento Anti-inflamatório
Como Gerir a Dor e a Inflamação: Uma Abordagem Médica
O que são os anti-inflamatórios
Os AINEs bloqueiam as enzimas ciclo-oxigenase (COX-1 e COX-2), reduzindo a produção de prostaglandinas associadas à dor e à inflamação.
Incluem o ibuprofeno, naproxeno, diclofenac, etoricoxib e celecoxib, entre outros. Os inibidores seletivos da COX-2 poupam mais o estômago mas podem aumentar o risco cardiovascular em doentes predispostos.
Quando procurar avaliação médica
Considere avaliação médica antes de iniciar AINEs se tem antecedentes de úlcera, doença renal, insuficiência cardíaca, hipertensão não controlada ou se toma anticoagulantes.
Dor persistente por mais de alguns dias, com limitação funcional ou sintomas sistémicos, deve também ser avaliada para definir a abordagem mais adequada.
Opções de tratamento disponíveis
O ibuprofeno é a primeira linha em dor ligeira a moderada. O naproxeno tem ação mais prolongada, útil em dor musculoesquelética.
O diclofenac oral e em gel é eficaz em dor articular e muscular. O etoricoxib (inibidor COX-2) reduz o risco gástrico e é usado em artrose e espondilite.
O celecoxib é outra opção COX-2. Em todos os casos deve usar-se a menor dose eficaz e pelo menor tempo possível.
O que esperar do tratamento
O alívio da dor surge em 30 a 60 minutos após a toma oral. O efeito anti-inflamatório pleno pode exigir alguns dias de uso continuado.
Em tratamentos curtos, o perfil de segurança é favorável na maioria das pessoas saudáveis. Em uso prolongado é recomendável reavaliação periódica.
Cuidados pessoais e prevenção
Para reduzir o risco de efeitos adversos:
- Tomar com alimento: para diminuir o desconforto gástrico.
- Associar protetor gástrico: quando há fatores de risco, como idade avançada ou história de úlcera.
- Vigiar a tensão arterial e a função renal: em tratamentos prolongados e em doentes com doenças crónicas.