Telfast
Telfast é um medicamento anti-histamínico de segunda geração que contém fexofenadina, um bloqueador seletivo dos receptores H1 da histamina.
Indicado para o alívio dos sintomas da rinite alérgica sazonal e perene e da urticária idiopática crónica, o Telfast destaca-se por não causar sonolência nas doses recomendadas, não atravessar a barreira hematoencefálica de forma clinicamente relevante, e não prejudicar a condução de veículos ou o desempenho cognitivo.
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Telfast é um anti-histamínico de segunda geração que contém fexofenadina como princípio ativo.
A fexofenadina é o metabolito ativo da terfenadina, o anti-histamínico de segunda geração original, com perfil de segurança melhorado, nomeadamente ausência do risco de cardiotoxicidade (prolongamento do intervalo QT) que levou à retirada da terfenadina do mercado.
O Telfast está aprovado pelo Infarmed em Portugal e é amplamente prescrito e utilizado para o tratamento da rinite alérgica e da urticária.
A principal vantagem clínica da fexofenadina face aos anti-histamínicos de primeira geração (clorfeniramina, difenidramina, hidroxizina) é a ausência de efeitos sedativos clinicamente relevantes nas doses terapêuticas.
Isto resulta da limitada penetração da fexofenadina na barreira hematoencefálica, mediada pelo transportador de efluxo P-glicoproteína.
Os doentes podem manter a condução de veículos e maquinaria, a atividade laboral e o desempenho cognitivo normal durante o tratamento com Telfast.
O Telfast está disponível em comprimidos revestidos de 120 mg (indicado para rinite alérgica) e 180 mg (indicado para rinite alérgica e urticária idiopática crónica).
A toma é uma vez por dia, tornando o regime de tratamento simples e facilitando a adesão terapêutica.
Em Portugal, a rinite alérgica afeta cerca de 20-30% da população, com impacto significativo na qualidade de vida, no desempenho académico e profissional, e no sono.
O controlo adequado dos sintomas alérgicos com medicação não sedativa como a fexofenadina é uma prioridade clínica suportada pelas recomendações internacionais ARIA (Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma) e nacionais da DGS.
O que é o Telfast e para que é utilizado
Telfast contém fexofenadina e está indicado para: (1) alívio dos sintomas da rinite alérgica sazonal e perene em adultos e em adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos; e (2) alívio dos sintomas da urticária idiopática crónica em adultos e adolescentes com 12 ou mais anos de idade.
Na rinite alérgica, o Telfast alivia os sintomas nasais (espirros, prurido nasal, rinorreia aquosa, obstrução nasal) e oculares (prurido ocular, lacrimejo, hiperemia conjuntival) associados a alergenos como pólenes, ácaros do pó doméstico, epitélio de animais e fungos.
A melhoria dos sintomas ocorre geralmente dentro de 1 a 3 horas após a primeira toma.
Na urticária idiopática crónica, o Telfast reduz o prurido e a extensão das urticárias (pápulas eritematosas), melhorando significativamente a qualidade de vida dos doentes afetados por esta condição crónica.
O Telfast não está indicado como tratamento de emergência para reações alérgicas agudas graves (anafilaxia), nestas situações, a adrenalina (epinefrina) é o tratamento de eleição e a situação requer ativação dos serviços de emergência (112).
Mecanismo de ação do Telfast (fexofenadina)
A fexofenadina é um antagonista seletivo e competitivo dos receptores H1 da histamina.
A histamina é o principal mediador da cascata alérgica imediata: é libertada pelos mastócitos e basófilos em resposta à ligação de alergenos às IgE fixas na sua superfície, e ativa os receptores H1 nos tecidos efetores, causando vasodilatação, aumento da permeabilidade vascular (edema, rinorreia), contração do músculo liso brônquico, estimulação das terminações nervosas sensoriais (prurido) e hipersecreção mucosa.
Ao bloquear competitivamente os receptores H1, a fexofenadina previne a ligação da histamina e inibe os efeitos mediados por estes receptores, espirros, prurido, rinorreia, urticária.
A fexofenadina não impede a libertação de histamina pelos mastócitos (ao contrário do cromoglicato), mas antagoniza os efeitos da histamina já libertada.
A seletividade da fexofenadina para os receptores H1 periféricos (fora do sistema nervoso central) deve-se à sua limitada penetração na barreira hematoencefálica.
Estudos de PET com receptores H1 no cérebro mostram que a fexofenadina ocupa menos de 10% dos receptores H1 centrais nas doses terapêuticas, em contraste com os anti-histamínicos de primeira geração que ocupam 70-90% dos receptores centrais e causam sedação significativa.
A fexofenadina tem também propriedades anti-inflamatórias adicionais, independentes do bloqueio H1: inibe a expressão de moléculas de adesão (ICAM-1) nos queratinócitos, reduz a produção de citocinas pró-inflamatórias (IL-6, IL-8) pelos mastócitos, e inibe a quimiotaxia de eosinófilos.
Estes efeitos contribuem para a eficácia no controlo da inflamação alérgica crónica.
A farmacocinética da fexofenadina caracteriza-se por: absorção rápida (Tmax 1-3 horas), biodisponibilidade oral de 30-40%, ligação elevada às proteínas plasmáticas (60-70%), metabolismo mínimo (menos de 5% sofre biotransformação hepática), e excreção predominantemente biliar (80%) e renal (20%) como fármaco não metabolizado.
A semi-vida de eliminação é de 11 a 15 horas, justificando a toma uma vez por dia.
Indicações terapêuticas do Telfast
Telfast 120 mg: indicado para o alívio sintomático da rinite alérgica sazonal em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos.
A dose de 120 mg é adequada para controlo dos sintomas nasais e oculares da rinite alérgica sazonal (por exemplo, rinite polínica primaveril) e perene (por exemplo, rinite a ácaros do pó).
Telfast 180 mg: indicado para o alívio sintomático da rinite alérgica sazonal e da urticária idiopática crónica em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos.
A dose mais elevada é recomendada para a urticária, onde a carga histamínica é habitualmente mais elevada.
Evidência clínica de suporte: o Telfast demonstrou redução significativa dos sintomas nasais e oculares em estudos randomizados controlados com placebo em doentes com rinite alérgica a pólenes e a ácaros.
Na urticária idiopática crónica, a fexofenadina 180 mg demonstrou redução do prurido e do número de pápulas, com melhoria da qualidade de vida medida por questionários validados (DLQI, Dermatology Life Quality Index).
As recomendações ARIA classificam os anti-histamínicos H1 de segunda geração como tratamento de eleição da rinite alérgica ligeira a moderada, em conjunto com os corticosteroides nasais para casos mais graves. A DGS em Portugal segue estas orientações internacionais.
Posologia e modo de administração do Telfast
A posologia do Telfast é simples, uma toma por dia, com ou sem alimentos:
Rinite alérgica sazonal e perene: 120 mg (1 comprimido de Telfast 120 mg) uma vez por dia. Em alternativa, a dose de 180 mg pode ser utilizada.
Urticária idiopática crónica: 180 mg (1 comprimido de Telfast 180 mg) uma vez por dia.
A toma pode ser feita a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos.
No entanto, deve evitar-se tomar o Telfast com sumo de toranja, laranja ou maçã, pois estes sumos inibem o transportador OATP1A2 e reduzem a absorção da fexofenadina em até 36-47%.
Deve ingerir o comprimido com água.
Em crianças com menos de 12 anos de idade, o Telfast comprimido de 120 mg e 180 mg não está aprovado.
Existem formulações pediátricas de fexofenadina em suspensão oral para crianças entre os 6 e os 11 anos (30 mg duas vezes por dia), mas estas devem ser prescritas por médico.
Em doentes com insuficiência renal grave, a dose inicial recomendada é 60 mg uma vez por dia, pois a excreção renal da fexofenadina é uma via importante de eliminação.
Contraindicações do Telfast
O Telfast é contraindicado em doentes com hipersensibilidade conhecida à fexofenadina, à terfenadina (metabolito precursor) ou a qualquer excipiente do medicamento. Reações de hipersensibilidade à fexofenadina são raras mas incluem urticária, angioedema e anafilaxia.
O Telfast não está aprovado para crianças com menos de 12 anos nas formulações de 120 mg e 180 mg. Para crianças dos 6 aos 11 anos, deve usar-se formulação pediátrica adequada sob prescrição médica.
Não há outras contraindicações absolutas relevantes para a maioria dos doentes adultos e adolescentes. Não há contraindicação em doentes com glaucoma, hipertrofia prostática ou doença cardiovascular, ao contrário dos anti-histamínicos de primeira geração que devem ser evitados nestas condições.
Efeitos secundários do Telfast
O perfil de efeitos secundários do Telfast é favorável, particularmente em termos de ausência de sedação clinicamente relevante.
Frequentes (1 a 10 em 100 doentes): cefaleia, sonolência ligeira (muito menos marcada do que com anti-histamínicos de primeira geração), náusea, tonturas, fadiga.
É importante notar que, mesmo nos doentes que referem alguma sonolência com fexofenadina, a magnitude é muito inferior à associada aos anti-histamínicos sedativos de primeira geração.
Infrequentes (1 a 10 em 1000 doentes): taquicardia, dispepsia, diarreia, exantema cutâneo, sonhos vívidos.
Raros mas graves: reações de hipersensibilidade, urticária grave, angioedema (edema da laringe com potencial risco de via aérea), anafilaxia. Em caso de angioedema facial ou laríngeo ou anafilaxia, ligue 112 imediatamente.
A fexofenadina não prolonga o intervalo QT nas doses recomendadas, ao contrário do seu precursor terfenadina. Esta propriedade de segurança cardiovascular é fundamental e distingue a fexofenadina dos anti-histamínicos com risco cardíaco.
Interações medicamentosas do Telfast
A fexofenadina tem um perfil de interações medicamentosas relativamente reduzido, dado o seu metabolismo hepático mínimo.
Interação com sumos de citrinos e maçã: esta é a interação mais clinicamente relevante.
O sumo de toranja, de laranja e de maçã inibem o transportador de absorção intestinal OATP1A2, reduzindo a biodisponibilidade da fexofenadina em até 36-47%.
O Telfast deve ser sempre tomado com água, não com estes sumos.
Eritromicina e cetoconazol: estes antibióticos/antifúngicos aumentam as concentrações plasmáticas de fexofenadina em 2 a 3 vezes, inibindo o transportador P-glicoproteína e o OATP.
Embora o aumento da concentração seja significativo, não se observou prolongamento do intervalo QT, pelo que a associação não é contraindicada mas deve ser monitorizada.
Antiácidos de alumínio e magnésio: reduzem a biodisponibilidade da fexofenadina. Deve haver um intervalo de pelo menos 2 horas entre a toma de antiácido e o Telfast.
Álcool: os estudos de interação entre fexofenadina e álcool não demonstraram potenciação significativa dos efeitos sobre o sistema nervoso central (sedação), ao contrário do que ocorre com os anti-histamínicos de primeira geração.
O Telfast é substancialmente mais seguro do que os anti-histamínicos sedativos quando combinado com álcool, embora a moderação no consumo de álcool seja sempre recomendável.
A fexofenadina não inibe os citocromos P450 e não tem interações relevantes com varfarina, digoxina, teofilina ou contraceptivos orais.
Populações especiais
Gravidez: os dados clínicos sobre o uso de fexofenadina durante a gravidez são limitados.
Estudos em animais não revelaram efeitos teratogénicos, mas a experiência humana é insuficiente para excluir riscos.
O Telfast deve ser evitado durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre, a menos que o benefício para a mãe supere claramente o risco potencial para o feto.
Para rinite alérgica grave na gravidez, os corticosteroides nasais tópicos (budesonido, mometasona) são a opção de primeira linha com melhor perfil de segurança.
Aleitamento: a fexofenadina é excretada no leite materno humano. Deve ser evitada durante a amamentação, pois os recém-nascidos e lactentes têm maior sensibilidade aos efeitos dos anti-histamínicos. Discuta com o médico alternativas seguras durante a amamentação.
Idosos: não são necessários ajustes de dose em doentes idosos com função renal normal.
Em idosos com insuficiência renal, a dose deve ser reduzida (60 mg/dia) pois a clearance renal da fexofenadina está diminuída.
A fexofenadina tem vantagem clara sobre os anti-histamínicos de primeira geração em idosos, pois não causa sedação, não prejudica a cognição e não tem efeitos anticolinérgicos (retenção urinária, confusão mental, obstipação) que são particularmente problemáticos nesta faixa etária.
Insuficiência renal: a dose inicial deve ser reduzida para 60 mg/dia em doentes com insuficiência renal grave (ClCr inferior a 30 mL/min), pois a excreção renal é uma via importante de eliminação da fexofenadina não metabolizada.
Insuficiência hepática: dado o metabolismo hepático mínimo da fexofenadina (menos de 5%), a insuficiência hepática não requer ajuste de dose.
Monitorização médica
O Telfast é um medicamento com bom perfil de segurança e, nas doses recomendadas para rinite alérgica e urticária, não requer monitorização laboratorial específica de rotina.
No entanto, a avaliação médica periódica é recomendada para doentes com rinite alérgica crónica e urticária idiopática crónica.
Na rinite alérgica, o médico avaliará o controlo dos sintomas, a necessidade de terapia combinada (Telfast com corticosteroide nasal, descongestionante, ou imunoterapia específica), e a possível presença de comorbilidades como asma alérgica e conjuntivite.
Na urticária idiopática crónica, o médico avaliará a resposta ao anti-histamínico, a progressão da doença (a urticária idiopática crónica pode remitir espontaneamente em meses a anos), a necessidade de escalada terapêutica (doses mais elevadas de anti-histamínico até 4 vezes a dose standard, ou biológicos como o omalizumab para casos refratários).
Em caso de agravamento súbito de reação alérgica com angioedema (inchaço dos lábios, língua ou garganta) ou anafilaxia (queda da pressão arterial, perda de consciência, broncoespasmo), o Telfast não é suficiente para controlar a situação de emergência.
Ligue 112 imediatamente e, se disponível, administre adrenalina auto-injetável (EpiPen). Para orientação sobre sintomas alérgicos não urgentes, contacte o SNS 24 (808 24 24 24).
Armazenamento do Telfast
O Telfast deve ser armazenado a temperatura inferior a 30°C, protegido da humidade e da luz solar direta. Guardar na embalagem original.
Manter fora do alcance e da vista das crianças. Não utilizar após o prazo de validade impresso na embalagem.
Os medicamentos não utilizados devem ser devolvidos ao farmacêutico para eliminação ambiental adequada.
Alternativas terapêuticas ao Telfast
Dentro da classe dos anti-histamínicos H1 de segunda geração, os principais comparadores do Telfast incluem: cetirizina e levocetirizina, com perfil de eficácia semelhante mas ligeiramente mais sedativas do que a fexofenadina em alguns doentes; loratadina e desloratadina, com perfil não sedativo semelhante ao Telfast; bilastina, um anti-histamínico de terceira geração com elevada seletividade H1 periférica e sem efeitos no intervalo QT; e rupatadina, com propriedades anti-histamínica e anti-PAF adicionais.
Para rinite alérgica moderada a grave, a adição de corticosteroide nasal (mometasona, budesonido, fluticasona nasal) ao anti-histamínico oral proporciona controlo adicional dos sintomas nasais, sendo recomendada pelas normas ARIA e DGS.
A imunoterapia específica com alergenos (dessensibilização) é o único tratamento modificador da doença da rinite alérgica e pode ser considerada em doentes com rinite grave persistente não controlada com farmacoterapia.
Para urticária idiopática crónica refratária ao anti-histamínico em dose standard, a escalada para 4x a dose diária do anti-histamínico (uso off-label) é o próximo passo recomendado pelas guidelines europeias de urticária (EAACI/GA²LEN/EDF/WAO).
O omalizumab (anticorpo monoclonal anti-IgE) é aprovado para urticária idiopática crónica refratária e constitui o único tratamento biológico aprovado para esta indicação.
Perguntas frequentes sobre o Telfast
O Telfast causa sonolência? Não, nas doses recomendadas (120 mg e 180 mg).
A fexofenadina não atravessa a barreira hematoencefálica de forma clinicamente relevante, pelo que não causa sedação significativa. É um dos anti-histamínicos com menor potencial sedativo disponíveis em Portugal.
Alguns doentes podem referir ligeira fadiga, mas muito inferior à associada aos anti-histamínicos de primeira geração como a clorfeniramina ou a hidroxizina.
Posso conduzir enquanto tomar Telfast? Sim. O Telfast não prejudica a capacidade de conduzir ou de operar maquinaria nas doses recomendadas.
Esta é uma das principais vantagens da fexofenadina sobre os anti-histamínicos de primeira geração.
No entanto, se por algum motivo sentir sonolência incomum, evite conduzir e contacte o médico.
O Telfast pode ser tomado a longo prazo? Sim.
A fexofenadina pode ser usada de forma continuada durante a época de polinização ou ao longo do ano em doentes com rinite alérgica perene ou urticária crónica.
Não há evidência de tolerância (diminuição da eficácia com o uso prolongado) ou de efeitos adversos cumulativos clinicamente relevantes com uso a longo prazo.
O Telfast é eficaz para alergia aos ácaros do pó? Sim.
O Telfast é eficaz no alívio dos sintomas nasais e oculares da rinite alérgica perene causada por ácaros do pó doméstico (Dermatophagoides pteronyssinus e Dermatophagoides farinae).
Para controlo ótimo da alergia aos ácaros, devem também ser implementadas medidas de controlo ambiental (capas anti-ácaro para colchões e almofadas, lavagem da roupa de cama a 60°C).
Referências e fontes
- Infarmed: Resumo das Características do Medicamento, Telfast (fexofenadina)
- Direção-Geral da Saúde (DGS): Orientações para tratamento da rinite alérgica e urticária
- SNS 24, Linha de Saúde: 808 24 24 24
- European Academy of Allergy and Clinical Immunology (EAACI): ARIA Guidelines e Urticaria Guidelines
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